Grandes vinhos nascerão da vindima 2017
17/03/2017
Os enólogos Vinicius Cercato e Thiago Peterle durante avaliação do vinhedo na Dunamis  Vinhos e Vinhedos, na Campanha Gaúcha -  Foto: Jeferson Soldi/Divulgação

Os enólogos Vinicius Cercato e Thiago Peterle durante avaliação do vinhedo na Dunamis Vinhos e Vinhedos, na Campanha Gaúcha – Foto: Jeferson Soldi/Divulgação

Enólogos brasileiros acreditam em uma produção com quantidade normal e boa qualidade

Mirian Spuldaro

 

De janeiro a março diferentes regiões produtoras do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, Estados que representam 60% da produção vitivinícola brasileira, estão em plena colheita da uva. As previsões para a safra 2017 são boas e tudo indica que as condições climáticas e o manejo realizado pelos produtores ao longo dos meses ajudarão para que a safra de uva se normalize.
No Rio Grande do Sul, depois de uma perda de 57% em 2016 – considerada a maior quebra desde 1969 –, a expectativa é que a produção atinja 600 milhões de quilos de uva neste ano, cerca de 100% a mais se comparado ao anterior, quando foram colhidos pouco mais de 300 milhões de quilos, sendo 268 milhões de uvas americanas e 32,3 milhões de viníferas. Em relação à qualidade, as vinícolas gaúchas comemoram a sanidade observada nas variedades até o momento.
Seguindo a premissa defendida por enólogos mundo afora, de que um grande vinho nasce no vinhedo, é possível acreditar que a safra 2017 deve render bons vinhos. O presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), o enólogo Edegar Scortegagna, diz que sim. “Esta safra está mostrando uma alta qualidade. A videira se desenvolveu em perfeitas condições na primavera devido ao tempo seco, chegando neste período de maturação com uma excelente sanidade. Podemos afirmar, com tranquilidade, que será uma safra com uma qualidade suficiente para elaborar grandes vinhos. Estamos muito contentes e empolgados com a safra 2017”, comemora o enólogo que atua na Vinícola Luiz Argenta, em Flores da Cunha (RS).

Rio Grande do Sul

César Fernando Boff, da localidade da Terceira Légua, em Caxias do Sul (RS), é um dos associados da Cooperativa Nova Aliança. O produtor comemora a qualidade da uva que será destinada à elaboração de suco Foto: Rosa Ana Bisinella

César Fernando Boff, da localidade da Terceira Légua, em Caxias do Sul (RS), é um dos associados da Cooperativa Nova Aliança. O produtor comemora a qualidade da uva que será destinada à elaboração de suco
Foto: Rosa Ana Bisinella

Na Serra Gaúcha, maior e mais importante região vitivinícola do Brasil, responsável por cerca de 85% da produção nacional de vinhos, a safra 2017 está apresentando resultados acima do esperado, tanto em quantidade quanto em qualidade. Conforme o engenheiro agrônomo da Cooperativa Nova Aliança, de Flores da Cunha, Paulo Dullius, a projeção inicial da empresa era receber entre 36 e 38 milhões de quilos de uva. Porém, chegará a 46 milhões até o término da colheita, que se estenderá até o dia 20 de março. A safra anterior rendeu apenas 18 milhões de quilos à cooperativa.
No quesito qualidade, a produção da vinícola também está satisfatória. “Teremos vinhos e produtos muito bons. Percebemos uma evolução na qualidade com relação à safra passada, principalmente no índice de cor. O clima foi favorável e já podemos ver o resultado nos vinhos dessa safra”. Na Serra Gaúcha, a Cooperativa Nova Aliança destina as uvas recebidas à elaboração de sucos de uva e vinhos de mesa.
Em clima otimista, a Cooperativa Vinícola Garibaldi, no Rio Grande do Sul (RS), iniciou a safra da uva 2017 no dia 10 de janeiro. A projeção é que essa safra atinja números ideais para a produção, seja em quantidade, atingindo os 20 milhões de quilos processados, e ao mesmo tempo com um ótimo ganho em qualidade em relação a 2016. “No ano passado tivemos uma queda de 60% em relação a 2015. Agora voltaremos aos índices normais de uva processada”, adianta o presidente da Cooperativa, Oscar Ló.
O enólogo da empresa, Gabriel Carissimi, diz que a expectativa é que a safra 2017 renda um lote de vinhos e espumantes de boa qualidade. “Os vinhedos tiveram uma ótima incidência de horas de frio no período de dormência, o que favoreceu o acúmulo de nutrientes da planta que, aliados ao aumento de temperatura no início da brotação e floração, caminham para uma safra com uvas de boa maturação, resultando em vinhos e espumantes equilibrados e de boa longevidade”, aponta o enólogo. Até meados de março, a Cooperativa continua recebendo uvas das 380 famílias associadas.
Flávio Ângelo Zílio, enólogo-chefe da Vinícola Aurora, de Bento Gonçalves, que está recebendo uvas desde o dia 3 de janeiro, confirma que a expectativa é de uma safra excelente para todas as variedades, onde a alta qualidade deverá alcançar também as uvas médias e tardias. O profissional explica que em função do efeito La Niña, a previsão de um verão mais seco na Serra Gaúcha se torna positiva para as variedades médias (colhidas no meio do período da safra, como Cabernet Franc e Malvasia) e as tardias, colhidas no final no verão (como Cabernet Sauvignon, Tannat e as variedades Moscato).

Vinhedos da Vinícola Fazenda Santa Rita, nos Campos de Cima da Serra, no Rio Grande do Sul Foto: Arthur Alexandre

Vinhedos da Vinícola Fazenda Santa Rita, nos Campos de Cima da Serra, no Rio Grande do Sul
Foto: Arthur Alexandre

Os produtores de uma das regiões mais promissoras do Rio Grande do Sul, os chamados Campos de Cima da Serra, esperam para esse ano uma safra excepcional. De acordo com a enóloga da vinícola Fazenda Santa Rita, localizada em Muitos Capões, Juliana Toniolo Rossatto, a safra por lá teve início nos primeiros dias de fevereiro e o que é visto nos vinhedos, confirma a projeção inicial. “A qualidade da uva, mais uma vez, está excepcional, teremos um ano de frutos muito sadios”. Para a safra 2017 serão colhidas as variedades Merlot, Pinot Noir, Chardonnay e Sauvignon Blanc. A previsão de encerramento da colheita é para o final do mês de março, sendo lançados os vinhos da safra 2017 no final do próximo ano.
A região da Campanha do Rio Grande do Sul representa cerca de 15% da produção de uvas viníferas do Estado. Por lá, a safra vem se apresentando um pouco desafiadora, assim vamos dizer, pois tem apresentado chuva além do ideal para a cultura. Apesar disso, os produtores estão otimistas e acreditam que as pancadas diárias não irão interferir na qualidade da uva, que está apresentando ótima sanidade. Até esse momento, o prognóstico da safra 2017 na região é muito bom, tanto em termos de qualidade quanto de produção.

 

Colheita na Vinícola Dunamis, na Campanha Gaúcha Foto: Jeferson Soldi

Colheita na Vinícola Dunamis, na Campanha Gaúcha
Foto: Jeferson Soldi

A vinícola Dunamis Vinhos e Vinhedos, que está sediada em Dom Pedrito, estima colher em torno de 250 mil quilos de uva na Campanha Gaúcha, além dos 74 mil quilos colhidos nos vinhedos da vinícola situados na Serra Gaúcha. Representando, no total, 60% a mais do que na safra de 2016. “Em relação ao ano passado, teremos uma produção entre 20% e 30% maior”, projeta o enólogo responsável pela vinícola, Vinícius Cecatto.
Na Dunamis, a colheita das primeiras uvas iniciou na segunda quinzena de janeiro, com a Chardonnay, que servirá de base para espumante. Seguindo o cronograma, no início de fevereiro foram colhidas mais Chardonnay e também a Pinot Grigio, destinadas à elaboração dos vinhos brancos. A colheita das uvas brancas encerrou em fevereiro, com a Sauvignon Blanc. “Nos primeiros dias de março iniciamos a colheita das tintas, que por estarem apresentando uma boa maturação, acreditamos que teremos uma safra muito boa também para essas variedades”, explica.
Dos vinhos produzidos pela empresa, Cecatto acredita que a linha Reserva terá excelente qualidade. “Estamos utilizando técnicas nos vinhedos, como a poda verde, que reduz a quantidade de cachos por planta, para que consigamos uma uva bem madura, com qualidade elevada para elaborarmos excelentes vinhos”.

 

Nova Aliança, Santana do Livramento Foto: Dady Pampim

Nova Aliança, Santana do Livramento
Foto: Dady Pampim

Na unidade da Cooperativa Nova Aliança, localizada em Santana do Livramento, na Campanha, também se espera uma safra dentro da normalidade, com boa qualidade e quantidade. Por lá, a colheita teve início em 16 de janeiro, com a Gewurztraminer. Todas as brancas foram colhidas até o final da primeira quinzena de fevereiro. A previsão é que até o dia 15 de março seja concluída a vindima 2017 na empresa. “As uvas estão muito sadias. Não teremos uma super safra por aqui, como será na nossa unidade em Flores da Cunha, na Serra, mas o esperado é entre 10% e 15% a mais do que o previsto, chegando a 38 milhões de quilos”, cita o gerente e enólogo responsável pela unidade santanense, Flávio Novello.
Quanto aos vinhos, Novello adianta que será uma safra excelente para a produção de brancos e tintos leves. “Nossos vinhos brancos estão muito bons, de corpo leve, para consumo imediato. O tinto Pinot Noir também será um ótimo vinho”, adianta o enólogo.

 

Santa Catarina

Vinícola Pericó, em São Joaquim, é um dos cartões postais da região dos Vinhos de Altitude

Vinícola Pericó, em São Joaquim, é um dos cartões postais da região dos Vinhos de Altitude

Em Santa Catarina, a expectativa também é de recuperação para 2017, tanto em preço quanto em qualidade. Todavia, espera-se uma safra dentro da normalidade por lá. “No comparativo com as duas anteriores, a safra atual está muito boa, mas comparando com um histórico, teremos uma safra média, de recuperação, devido à safra ruim do ano passado”, ressaltou o gerente da Estação Experimental da Epagri em Videira, Vinicius Caliari. A produção total catarinense em 2016 somou 37,3 mil toneladas, 46% abaixo da de 2015, segundo dados do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (CEPA) de Santa Catarina.

 

Vinhedo da Vinícola Villaggio Grando

Vinhedo da Vinícola Villaggio Grando

Na região dos Vinhos de Altitude a expectativa é uma produção 30% maior do que no ano passado, com um total previsto de 1,6 milhão de toneladas colhidas. “O inverno mais rigoroso e as estações mais definidas garantiram a dormência correta dos parreirais e a boa maturação dos frutos’, explica Guilherme Grando, presidente da Vinho de Altitude – Produtores Associados e proprietário da Vinícola Villaggio Grando, de Água Doce.

 

O incremento na safra é uma boa notícia para os produtores que, em 2016, também em função do clima – geada tardia em setembro e excesso de chuvas –, viram a colheita ser 30% menor do que no ano anterior, alcançando 1,2 milhão de toneladas. Segundo Grando, o potencial de colheita para as uvas de altitude é de dois milhões de toneladas, volume que deve ser alcançado em 2018, se permanecer o mesmo clima favorável.
O cenário está benéfico para o vinho catarinense de altitude, acredita Grando. “Existe um interesse cada vez maior pelo nosso produto, que está focado em qualidade, não em volume”, afirma. “O consumo vem aumentando cerca de 15% ao ano nos últimos dois anos, o que tem motivado o incremento na produção e o lançamento de novos rótulos, além de investimentos no enoturismo”, argumenta. Das 35 vinícolas produtoras de uva da área de atuação da Vinho de Altitude, 20 produzem e comercializam cerca de 160 rótulos, alguns deles premiados no Brasil e no Exterior. São 1,4 milhão de garrafas, com um faturamento estimado em R$ 150 milhões.
Acostumado a rodar Santa Catarina por diversas vinícolas que presta assessoria, em diferentes regiões produtoras, o engenheiro agrônomo e enólogo Jefferson Sancineto Nunes, que atende as vinícolas Santa Augusta, Pericó, Cattacini, Vinhetica, Pinheiro Seco e Alto da Invernadinha, destaca que a previsão é colher 65% mais uva do que no ano anterior. Além disso, ele observa que a qualidade da fruta nesta safra está muito boa. Segundo o profissional, o rigoroso inverno, que contabilizou uma quantidade maior de horas de frio, além da menor incidência de granizo, contribuíram para a recuperação da safra 2017.
Na região do Vale do Rio do Peixe e em Bom Retiro, a colheita iniciou na primeira semana de fevereiro, com as uvas para base espumante. Já foram colhidas as variedades Chardonnay, Pinot Noir, Malvasia Aromática, Moscato Branco, Merlot e Malbec. “A safra em Santa Catarina está ligeiramente mais atrasada que no ano passado. A previsão é terminar a colheita nos vinhedos que estão localizados até 1000 metros de altitude até o final de março e entre 1000 e 1300 até abril”, explica o enólogo.

Paraná

Vinhedo da Vinícola Araucária, de São José dos Pinhais, no Paraná  Foto: Renato Adur

Vinhedo da Vinícola Araucária, de São José dos Pinhais, no Paraná
Foto: Renato Adur

 

Atualmente, o Paraná ocupa a quarta colocação na produção nacional de uva, atrás do Rio Grande do Sul, São Paulo e Pernambuco. A produção do fruto acontece nas variedades de uva fina, de mesa e, em menor escala, rústicas e com castas europeias para fabricação de vinhos finos. Segundo dados da Produção Agrícola Municipal e do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2016 a produção total do Estado foi de 42,8 mil toneladas, num total de 4,5 mil hectares ocupados por vinhedos.

 

Nos dias 18 e 19 de fevereiro, a Vinícola Araucária realizou  a 3ª Vindima, com programação em torno dos vinhedos e do vinho Foto: Fernanda de Castro

Nos dias 18 e 19 de fevereiro, a Vinícola Araucária realizou
a 3ª Vindima, com programação em torno dos vinhedos e do vinho
Foto: Fernanda de Castro

Na Vinícola Araucária, de São José dos Pinhais, a 40 quilômetros de Curitiba, a colheita da uva iniciou na segunda semana de fevereiro, com as castas Chardonnay, Viognier e Pinot Noir, já processadas e vinificadas. Na última semana de fevereiro foram colhidas as demais tintas, entre elas a Cabernet Franc, que tem maior expressão na propriedade. Com base no que é visto nos vinhedos, a expectativa na vinícola é de uma safra de excelente qualidade e produtividade. “Em relação ao ano passado, tivemos um aumento na produção de, praticamente, 100%. Neste ano, modificamos o sistema de poda, com uma orientação técnica um pouco diferenciada, e o clima também nos ajudou muito. Essa soma de fatores resultou em uvas de ótima qualidade”, destaca o sócio administrador da vinícola, Renato Adur, indicando que a safra 2017 resultará em ótimos vinhos.
Atualmente, a vinícola Araucária produz entre 25 a 30 mil garrafas por ano, num total de oito rótulos, das variedades Chardonnay, Pinot Noir, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon e Merlot. Toda a produção é absorvida pelo mercado local e regional.

 

Turismo de vindima

Tour ‘Vinho e Paisagem’, na Vinhos Cristofoli,  Rota Cantinas Históricas, em Bento Gonçalves

Tour ‘Vinho e Paisagem’, na Vinhos Cristofoli,
Rota Cantinas Históricas, em Bento Gonçalves

 

A vindima atrai muitos turistas para as mais diferentes regiões produtoras do mundo. Motivados pelo interesse do público consumidor, a maioria das vinícolas já tem em seu calendário anual uma série de atividades que envolvem os visitantes na colheita e oferecem degustações de vinhos, piquenique debaixo dos parreirais, eventos que unem gastronomia e vinho, e muito mais.
Em Bento Gonçalves (RS) não faltam atrações. No Vale dos Vinhedos, a programação da vindima iniciou em 7 de janeiro e se estende até 19 de março. Por lá, os visitantes podem curtir e vivenciar a safra da uva. É fácil encontrar pacotes de viagem que incluem, além da hospedagem, diversas atividades de vinícolas locais.

 

A colazione nos parreirais é o novo projeto da Cooperativa Garibaldi que em breve será lançado aos turistas. O objetivo é oferecer essa ação aos que visitam a empresa uma nova experiência debaixo dos parreirais.

A colazione nos parreirais é o novo projeto da Cooperativa Garibaldi que em breve será lançado aos turistas. O objetivo é oferecer essa ação aos que visitam a empresa uma nova experiência debaixo dos parreirais.

O município de Garibaldi, na Serra Gaúcha, também celebra a colheita com programação que vai até o dia 20 de março. O ‘Veraneio da Vindima’ oferece ao público experiências enogastronômicas, oficinas de gastronomia, exposições, festas locais, palestras e muito mais.
Quem não conhece e tem vontade de conhecer Flores da Cunha (RS), o município que mais produz uvas e vinhos no Brasil, pode aproveitar a época da vindima para visitar o local. Até o dia 27 de março, diversas atrações vão movimentar o município. Cursos de degustação, visita às vinícolas e aos parreirais, passeio de carretão e uma farta gastronomia possibilitam aos turistas conhecer um pouco da cultura italiana, além de como é realizada a colheita da uva e a produção de vinhos, sucos e espumantes.

 

No Hotel Villa Michellon as crianças também conhecem sobre a colheita da uva

No Hotel Villa Michellon as crianças também conhecem sobre a colheita da uva

 

Na Família Vaccaro, em Garibaldi, delícias  preparadas pela família são servidas aos turistas

Na Família Vaccaro, em Garibaldi, delícias
preparadas pela família são servidas aos turistas

 

 

Piquenique em meio aos vinhedos na Vinícola  Monte Agudo, em São Joaquim, SC

Piquenique em meio aos vinhedos na Vinícola
Monte Agudo, em São Joaquim, SC

Em Santa Catarina, para comemorar a colheita é realizada, entre os dias 3 e 26 de março, a 4ª Vindima de Altitude, circuito cultural itinerante e gratuito realizado no centro de São Joaquim e nas vinícolas da Serra e do Meio Oeste catarinense, sempre aos finais de semana (de sexta a domingo). As vinícolas participantes preparam programações especiais, que incluem almoços e jantares harmonizados, degustações, sunsets e visitas guiadas aos vinhedos, entre outras atrações. No último final de semana, entre os dias 24 e 26, haverá degustação dos vinhos de altitude, no Clube Astréa, em São Joaquim.

Piquenique Vinícola Suzin, de São Joaquim (SC)

Piquenique Vinícola Suzin, de São Joaquim (SC)

Ainda dá tempo de curtir a vindima

Vindima no Vale dos Vinhedos
Quando: de 07 de janeiro a 19 de março de 2017
Onde: Vale dos Vinhedos – Bento Gonçalves (RS)
Informações: http://www.valedosvinhedos.com.br

Veraneio da Vindima
Quando: até 20 de março
Onde: Garibaldi (RS)
Informações: Secretaria de Turismo e Cultura de Garibaldi, pelo telefone (54) 3462-8235 ou pelo e-mail: turismo@garibaldi.rs.gov.br. O Centro de Atendimento ao Turista – CAT atende pelo telefone (54) 3464-0796, diariamente, das 9h às 16h.

Flores em Vindima
Quando: até 27 de março
Onde: Flores da Cunha (RS)
Informações: www.floresdacunha.rs.gov.br ou pelo telefone (54) 3292-1722, das 8h às 11h45min e das 13h15min às 17h30min.

4ª Vindima de Altitude, circuito cultural itinerante
Quando: 3 a 26 de março, de sexta a domingo
Onde: Praça da Igreja Matriz de São Joaquim, Clube Astréa e vinícolas da Serra e Meio Oeste
Informações: telefone: (49) 3233-3870;
e-mail: acavitis@acavitis.com.br;
facebook: www.facebook.com/ Vindima-de-Altitude-de-Santa-Catarina.

 

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