O enoturismo pelas mãos femininas
08/04/2016

O enoturismo no Brasil veio para ficar. Prova disso é que só no Vale dos Vinhedos (RS), em 2015 foram registrados 397.529 visitantes. O aumento em relação ao ano anterior foi de 34%, superando as expectativas da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), que projetava um incremento de 10% a 15%. Para termos uma ideia, em 2005 esse número foi de 115.737 turistas.

A maioria desses quase 400 mil visitantes é formada por brasileiros, representando 92% do total, vindos, especialmente, dos estados das regiões Sul e Sudeste com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os 8% de estrangeiros estão representados, principalmente, por norte-americanos, franceses, alemães, italianos, portugueses, uruguaios e argentinos, que vêm em busca de vivências em torno da cultura do vinho num roteiro que é reconhecido em todo o mundo. O levantamento também mostra que o perfil dos visitantes do Vale dos Vinhedos se mantém. A maioria são casais e famílias em pequenos grupos, que chegam ao roteiro de carro próprio ou alugado na região. Os turistas do Vale são aqueles que desejam, com tempo, viver as experiências enoturísticas proporcionadas pelos empreendimentos, o que tem atraído cada vez mais apreciadores em busca de novidades em torno do vinho e da gastronomia.

Mas não é só no Vale dos Vinhedos. Outras regiões enoturísticas da Serra Gaúcha e do Brasil, como uma pequena região de Goiás e o Vale do São Francisco, entre a Bahia e Pernambuco, também estão registrando aumento no número de visitantes. E as previsões para 2016 são otimistas devido à alta do dólar.

Parte importante do sucesso do enoturismo se deve às mulheres, sejam elas proprietárias ou não dos empreendimentos. São elas que cuidam dos pequenos detalhes, que, muitas vezes, atraem os olhares do turista e o faz retornar. Senhoras ou moças, elas cuidam com carinho desde o receptivo até as deliciosas comidinhas que são servidas.

Nos aproximamos do mês da mulher, março. Em homenagem à elas, nesta edição, a Bon Vivant apresenta algumas personagens, suas ideias e empreendimentos. Flores da Cunha, Garibaldi, Bento Gonçalves e até Goiás estão em nosso roteiro. Iniciamos com Ivanhe Fávero, secretária de Turismo de Garibaldi, e grande incentivadora do enoturismo na região.

Ivane

Ivane Fávero, turismóloga

Bon Vivant: Nos conte sua história com o turismo do vinho, especificamente. Onde você atuou na sua trajetória como turismóloga?

Ivane: Falar em vinho, para mim, é falar de minha vida. Desde criança, acompanhei meus pais conduzindo as videiras, colhendo a uva e produzindo o vinho. Escolhi o Turismo, como minha profissão em 1988. Posteriormente, atuei como diretora ou secretária municipal de Turismo de Bento Gonçalves e de Garibaldi. Estou na quinta administração. Em 2008, atuei como Gestora de Turismo da Serra Gaúcha, do Sebrae e sigo atuando, esporadicamente como consultora. Também atuei como professora e coordenadora de cursos superiores, de Turismo na Universidade de Caxias do Sul (UCS) e de enoturismo na FISUL. Toda esta atuação possibilitou que eu idealizasse, em 2014, junto aos dirigentes de Portugal e Espanha, a criação de uma associação internacional de enoturismo – a Aenotur. Posteriormente, com o apoio da Aenotur, internacionalizamos o Congresso Latino Americano de Enoturismo, que passou a ter uma edição anual na Europa e uma na América Latina.

BV: A prefeitura de Garibaldi investe em enoturismo. Quais são os projetos futuros do município?
Ivane: Para 2016, está prevista a finalização das obras de revitalização do Centro Histórico, com fiação subterrânea, paisagismo e mobiliário urbano, respeitando a rica arquitetura da Rua Buarque de Macedo. Também está previsto o início da construção do hotel e do complexo turístico e residencial na área do antigo Parque do Esqui. Ainda, do primeiro condomínio vitivinícola do Brasil, o Terroir, com as obras do hotel boutique e da adega, além das residências, no espaço onde já estão implantadas as videiras. Além das sete rotas existentes (Rota dos Espumantes, Estrada do Sabor, Passadas – A Arquitetura do Olhar, Rota Religiosa – AeTernum, Maria Fumaça e Vale dos Vinhedos), se lançará a Rota dos Produtores Ecológicos de Garibaldi, onde a produção de uvas, sucos, vinhos e espumantes orgânicos também está presente, constituindo-se, assim, em mais um produto enoturístico. Também seguiremos inovando na promoção do destino turístico, com trabalho focado em nossa fan page e no envio de news, além de outras estratégias.

BV: O enoturismo cresce no Brasil. Percebemos que há um interesse cada vez maior das vinícolas em empreender neste sentido. Qual é sua opinião sobre isso?
Ivane: O Brasil enoturístico já não se resume somente à Serra Gaúcha,  temos outras regiões e outros estados trabalhando fortemente neste sentido. É importante que estas vinícolas e regiões entendam que não são concorrentes uma das outras, já que o enoturista não viaja para comprar vinhos, isso ele poderia fazer na cidade em que reside ou, não havendo a oferta lá, encomendar por transportadora ou correio. Ele viaja para consumir a cultura do lugar, a paisagem do lugar, onde há a oferta de vinhos, sim, mas não somente isso, ele busca a cultura local.  A oferta, assim, deve ser diferenciada, autêntica, estimulando que o enoturista viaje para todos os destinos brasileiros.

BV: Qual é o papel e a importância da mulher diante desses resultados?
Ivane: A hospitalidade é exercida, muitas vezes, pela mulher. No passado os papeis – função do homem, função da mulher – estavam muito mais definidos, o homem trabalhava na lavoura e a mulher na casa, por exemplo. Assim, cabia à mulher, muitas vezes, o exercício do bem-receber (amigos, parentes). Era ela quem preparava a casa, a refeição e a hospedagem. Hoje, a mulher está presente em todos os setores, do cultivo da uva, até a elaboração do vinho; do preparo dos alimentos, até o serviço dos vinhos e espumantes; do guiamento de turistas, até o comércio dos produtos; da realização de estudos e pesquisas, até o planejamento e execução de projetos. Enfim, em todas as áreas do saber-fazer e fazer-saber enoturístico. Verbos como planejar, agir, trabalhar, integrar, capacitar, promover e monitorar fazem parte deste universo, construído em conjunto pela região, com muito trabalho e dedicação de homens e mulheres.

 

Elisabete Maria Panno Valduga e Ana Paula Valduga

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Bon Vivant: Quando iniciou seu trabalho na vinícola? E no enoturismo, especificamente?
 Elisabete: Minha entrada na vinícola e no enoturismo se deu de forma concomitante em meados dos anos 80. Não havia como separar os trabalhos da vinícola do turismo, pois na época tudo estava começando e eu precisava atuar praticamente em todos os departamentos, desde telefonista, garçonete, auxiliar de produção, camareira, até administradora. Com o tempo acabei me focando mais no enoturismo, isso já faz 20 anos. E estou há mais de 13 anos na Casa Valduga.
Ana Paula: Meu trabalho no enoturismo se deu de forma natural, pois, desde pequena, acompanhei o trabalho da minha mãe e pude vivenciar toda esta evolução do negócio tanto do turismo quanto da vinícola. Como profissional já são mais de 11 anos trabalhando no enoturismo. Consegui atuar em todos os setores, no decorrer deste tempo e devido a isso, hoje eu tenho uma visão completa do negócio e o que é necessário para ele continuar perpetuando com excelência.

BV: Qual é o trabalho que a vinícola promove em torno do enoturismo?
Elisabete e Ana Paula: O complexo Enoturístico da Casa Valduga foi o primeiro parque enoturístico no Brasil, criado com o objetivo de proporcionar aos visitantes uma experiência única no mundo do vinho. Por ano, recebemos mais de 100 mil turistas. Abrimos as portas da vinícola para que o visitante conheça o processo de elaboração de vinhos e espumantes, conhecendo a tecnologia e os cuidados para originar produtos de alta qualidade. Além de um roteiro repleto de encantos naturais, e visitação na penumbra das caves subterrâneas, os visitantes encontram uma experiência gastronômica fascinante através do restaurante Maria Valduga que oferece pratos típicos harmonizados com os vinhos mais emblemáticos do Brasil.

BV: Quais são os projetos que estão em andamento na vinícola no setor do enoturismo?
Elisabete e Ana Paula: Neste ano, serão realizadas mudanças internas para receber os turistas cada vez melhor e continuar passando uma experiência única da cultura do vinho, que pode ser vivenciada desde a harmonização da gastronomia típica italiana, elaborada com ingredientes produzidos no local, ao melhor vinho nacional. Além de proporcionar ao cliente uma noite acolhedora na pousada que fica dentro da vinícola. As pousadas passarão por reformas, para intensificar esta experiência que queremos oferecer ao cliente, fazendo com que ele saia da vinícola com a sensação de ter vivido um pouco da história da Casa Valduga.

BV: Qual é a importância do trabalho da mulher no setor vitivinícola e, em especial, no enoturismo?
Elisabete e Ana Paula: Neste segmento a mulher possui uma visão mais aguçada para os detalhes. Tem maior percepção para identificar com cada cliente que passa pela vinícola, o que pode ser aprimorado para lhe proporcionar maior satisfação sempre. Neste ramo da hotelaria e gastronomia atrelada ao vinho, mantemos a referência da pessoa que deu o primeiro passo para o enoturismo nascer na Casa Valduga, a matriarca Maria Valduga. Demos continuidade a todos os detalhes que ela fazia questão de estarem perfeitos para o turista ter um atendimento diferenciado toda vez que visitasse a vinícola.
Bruna Cristófoli, Cristófoli Vinhos e Vinhedos

Bruna cristofoli

Bon Vivant: Quando iniciou seu trabalho na vinícola?
Bruna: Cresci aqui dentro, mas o meu trabalho começou por volta de 2003/2004, quando concluí o curso Técnico em Enologia e estava iniciando o curso superior de Enologia.

BV: E no enoturismo, especificamente?
Bruna: Iniciamos com o enoturismo de uma maneira mais profissional há seis anos, quando abrimos a nossa loja e começamos a fazer refeições harmonizadas e o ‘Edredom nos Parreirais’.

BV: Qual é o trabalho que a vinícola promove em torno do enoturismo?
Bruna: Buscamos sempre criar produtos diferentes de maneira a nos diferenciarmos. Procuramos personalizar ao máximo as opções e atender grupos pequenos (menos de 20 pessoas). O foco na criação de qualquer produto novo é pensar como queremos que nossos clientes se sintam. Sempre damos uma abordagem contemporânea para os produtos oferecendo ao mesmo tempo uma visão da nossa história.

BV: Qual é a importância do trabalho da mulher no setor vitivinícola e, em especial, no enoturismo?
Bruna: Quem vem na nossa empresa vai ver as mulheres trabalhando. Acredito que um grande valor nosso é a versatilidade. Aqui, fazemos de tudo, desde lidar com a uva e o vinho na vindima, até atender e vender o produto depois. São as mulheres que levam consigo e transmitem muitas tradições, muitas histórias e valores familiares. Afinal quem vem nos conhecer não quer só saber do vinho, quer saber quem nós somos.

Atrativos
Dolce far niente no edredom: chegada às 18h, serviço até às 20h
Almoço charmoso no edredom: chegada às 12h30min
Vinho & Bem Estar: prazer e relaxamento entre as videiras, para quem quiser tirar um tempo, relaxar e desfrutar dos cuidados especiais que a uva e vinho podem proporcionar ao corpo e à alma. Ainda não está disponível para venda, mas será em breve.

 

 Vinhos Cristófoli
Estrada RS 431 Km 6, s/nº l
Faria Lemos, Bento Gonçalves (RS)
www.vinhoscristofoli.com.br

 

Daiane Argenta, Vinícola Luiz Argenta

Luiz Argenta 2012

Luiz Argenta 2012

Bon Vivant: Quando iniciou seu trabalho na vinícola? E no enoturismo, especificamente?
Daiane: Em 2009, quando a vinícola ficou pronta. Formada em Design de Moda e quase me formando em Psicologia, larguei tudo para começar a trabalhar e me dedicar ao mundo do vinho. O enoturismo foi o meu começo. Era a pessoa que recebia os turistas nos primeiros anos de vinícola, e isso fez com que eu me obrigasse a estudar cada vez mais para poder responder as diversas perguntas “cabeludas” que eram feitas pelos enófilos nas visitas. Esta troca com o visitante, junto com a busca por respostas, me ajudou muito a me desenvolver e adquirir mais conhecimento sobre este mundo do vinho.

BV: Há previsão de investimentos?
Daiane: Estamos construindo um restaurante no terraço da vinícola, com uma vista de encher os olhos. Este restaurante atenderá almoços aberto ao público e jantares ou eventos, sob reserva. A capacidade total será para eventos de até 200 pessoas. Terá também um espaço especial dentro desta área para cursos de degustação. O nome do restaurante será uma homenagem a minha vó Clorinda (esposa do Luiz Argenta): Clô Restaurante. Contará com receitas inspiradas nas delícias que ela costumava fazer.
Seguindo a homenagem a ela, a abertura do restaurante será no dia 8 de maio – Dia das Mães.

BV: Qual é a importância do trabalho da mulher no setor vitivinícola e, em especial, no enoturismo?
Daiane: A mulher é, em geral, mais sensível e emocional. Acredito que isso faz dela ótima no acolhimento das pessoas e na subjetividade necessária no momento da degustação de um vinho. Além disso, a mulher tende a ser mais detalhista, isso faz com que ela pense em tudo com muito carinho e dedicação.

Atrativos na Luiz Argenta
Tour & Degustação: degustação de até quatro produtos, entre vinhos e espumantes (dois da linha L.A. Jovem, um da linha L.A. e um da linha Luiz Argenta). Tour guiado por um sommelier ou um enólogo pela estrutura da sede da vinícola. Receba de recordação uma taça da Luiz Argenta. Horários: todos os dias: às 10h, às 13h30min, às 15h ou às 16h30min. As visitações acontecem para grupos de no mínimo duas pessoas e no máximo 15 pessoas.

 

Vinícola Luiz Argenta

Avenida Vinte e Cinco de Julho, 700

Centro, Flores da Cunha (RS)

Saiba mais sobre a programação de enoturismo no site www.luizargenta.com.br

 

 

Natalina Sartori Vaccaro, Vinícola Vaccaro

 

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Bon Vivant: Quando iniciou seu trabalho na vinícola? E no enoturismo, especificamente?
Natalina: Desde 2004 estou fazendo esse trabalho voltado à gastronomia e elaboração de produtos coloniais.

BV: Quais são os projetos que estão em andamento em seu empreendimento no setor do enoturismo?
Natalina: A família Vaccaro oferece aos turistas visitação à vinícola, passeio por trilha em meio a mata, visitação ao mini museu da família, degustação, almoços ou jantares, café colonial e podem adquirir produtos. Atende diariamente das 8h30min às 11h30min e das 14h às 17h, almoço e janta mediante agendamento. Grupos mínimos de 10 pessoas e máximo de 45 pessoas.

BV: Há previsão de investimentos?
Natalina: Temos em vista uma futura ampliação do nosso restaurante.

BV: Qual é a importância do trabalho da mulher no setor vitivinícola e, em especial, no enoturismo?
Natalina: A dedicação, o entusiasmo e o carinho que a mulher transmite aos visitantes.

Vinícola Vaccaro
Linha Santo Alexandre, interior
de Garibaldi (RS)
Saiba mais sobre a programação
de enoturismo no site
www.vinhosvaccaro.com.br

 

 

Mari Gazzi, Vinícola Gazzaro

 

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Bon Vivant: Quando iniciou seu trabalho na vinícola? E no enoturismo, especificamente?
Mari: Na vinícola iniciei em 1996, mas como administradora geral, por ser pequena e familiar. Mas não me sentia realizada profissionalmente, pelo fato de gostar de trabalhar com o público. Em 2014, a Vinícola Gazzaro comprou a antiga instalação da Sulvin, que estava fechada há sete anos, localizada em Otávio Rocha, interior de Flores da Cunha (RS). A partir daquele momento começou-se um trabalho árduo, pois estavam deterioradas. Todo o trabalho foi feito tendo metas e objetivos para realizar, principalmente o meu sonho, que era abrir o varejo da Gazzaro. E esse sonho se concretizou em dezembro de 2015.

BV: Qual é o trabalho que a vinícola Gazzaro promove em torno do enoturismo?
Mari: Estamos iniciando na área do enoturismo. Hoje, estamos divulgando o varejo Casa Gazzaro. Também fazemos parte do Roteiro Caminhos da Colônia. A vinícola pretende investir no setor de produção, ou seja, dentro de toda a vinícola, para que em breve possamos oferecer aos nossos turistas os serviços de visitação.

BV: Há previsão de investimentos?
Mari: Pretendemos abrir um espaço para eventos, mas antes será feito uma pesquisa de mercado para ver se há viabilidade do negócio.

BV: Qual é a importância do trabalho da mulher no setor vitivinícola e, em especial, no enoturismo?
Mari: A mulher se destaca no setor vitivinícola e no enoturismo pela força que ela tem e a maleabilidade para se adaptar ao atender o turista. Oferecendo um atendimento diferenciado, envolvendo os clientes na história da sua vinícola, fazendo com que se sintam bem acolhidos. A mulher tem uma sensibilidade que consegue fazer com que os turistas se sintam em casa.

 

Vinícola Gazzaro
Rua Uva Itália, 1825 – Otávio Rocha, Flores da Cunha (RS). Confira mais sobre a vinícola no site www.espumantes-gazzaro.com

 

Salete Uez Motter, Vinícola Don Guerino

 

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Bon Vivant: Quando iniciou seu trabalho na vinícola? E no enoturismo, especificamente?
Salete: Em 2007, desde então trabalhamos com o enoturismo.

BV: Qual é o trabalho que a vinícola promove em torno do enoturismo?
Salete: Visitas guiadas, almoços e jantares harmonizados, degustações e eventos.

BV: Quais são os projetos que estão em andamento na vinícola no setor do enoturismo?
Salete: Tivemos recentemente um encontro dos arquitetos do Sindicato dos Arquitetos do Rio Grande do Sul, cujo tema foi ‘Adegas – Projeto de Sensações e Emoções’.  Em fevereiro passado recebemos um grupo da Alemanha da cidade de Theley com a presença dos prefeitos da região para possível parceria ‘Cidades Coirmãs Theley – Alto Feliz’. Em março, acontecerá um jantar com a confraria das Amigas do Vinho de Bento Gonçalves e em abril um módulo do segundo Curso da ABS – RS.

BV: Há previsão de investimentos, como construção de um restaurante, por exemplo?
Salete: Está em construção um varejo panorâmico com bistrô para incrementar a área da enogastronomia.

BV: Qual é a importância do trabalho da mulher no setor vitivinícola e, em especial, no enoturismo?
Salete: Somos uma família onde sou a única mulher; a mulher tem a sensibilidade e o poder de conciliar o trabalho com a emoção e a paixão pelo vinho.

 

Vinícola Don Guerino

Rua dos Vinhedos – Alto Feliz (RS)

Saiba mais sobre a programação de enoturismo no site www.donguerino.com.br

Fabiane Veadrigo, Vinícola Veadrigo Ltda

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Bon Vivant: Quando iniciou seu trabalho na vinícola? E no enoturismo, especificamente?
Fabiane: Iniciei oficialmente após me formar em Enologia em 2004, mas desde pequena ajudei nos trabalhos da vinícola. O enoturismo iniciamos em 2009, quando abrimos o restaurante.

BV: Qual é o trabalho que a vinícola promove em torno do enoturismo?
Fabiane: O nosso principal produto turístico é a gastronomia, proporcionando ao visitante a experiência de saborear os pratos feitos pela família, nos quais são mantidas as tradições da imigração. No espaço do restaurante, o visitante pode conhecer a história da família, bem como objetos antigos expostos. Além disso, pode conhecer o processo de elaboração dos vinhos e degustá-los.

BV: Quais são os projetos que estão em andamento na vinícola no setor do enoturismo?
Fabiane: A visitação e degustação é diária. O restaurante é aberto ao publico nos domingos de meio dia e demais dias somente com reservas. Através do roteiro turístico Compassos da Merica Merica, oferecemos a opção do Turismo Pedagógico, no qual as crianças participam de uma oficina de massas e apreendem a fazer o agnoline, entre outras massas.

BV: Há previsão de investimentos?
Fabiane: Pretendemos ampliar o nosso espaço do restaurante, bem como criar a loja de vinhos e mais atrações para o visitante, como um espaço para as crianças, com brincadeiras e brinquedos antigos.

BV: Qual é a importância do trabalho da mulher no setor vitivinícola e, em especial, no enoturismo?
Fabiane: Como em todos os outros setores a mulher ganha mais espaço a cada dia. Acredito que a sensibilidade da mulher é um grande atributo nesse setor, na parte enológica e também na parte do turismo que exige muita atenção e doação.

 

Vinícola Veadrigo
RS 122 Km 101 s/n | Flores da Cunha (RS)
Saiba mais sobre a programação de enoturismo no site www.veadrigo.com.br

 

Marina Santos, Projeto Vitivinícola Vinha Unna

marina santos

 

Bon Vivant: Quando iniciou seu trabalho na vinícola? E no enoturismo, especificamente?
Marina: Meu projeto de vinhos, iniciei em 2013, mas desde 2009 trabalho com enoturismo. Atuei em diversas vinícolas da Região Uva e Vinho.

BV: Qual é o trabalho que a vinícola promove em torno do enoturismo?
Marina: Recentemente além do projeto vitivinícola, que inclui visitação didática aos vinhedos biodinâmicos, degustação comentada e workshops de vinificação e viticultura biodinâmica, abrimos o Champenoise Bistrô (leia mais na página 36), que além de bistrô possui uma Escola do Vinho no andar superior, voltada à educação de apreciadores e profissionais do vinho, com biblioteca para consulta e venda de livros sobre vinho, gastronomia e turismo.

BV: Qual é a importância do trabalho da mulher no setor vitivinícola e, em especial, no enoturismo?
Marina: A mulher, dentro do setor, atualmente, assume diversas ocupações com maestria, como ser a enóloga que realmente faz o vinho, que cuida da parte de viticultura, que coordena setores (enoturismo, o setor comercial, o de marketing, o de qualidade, etc). Ela tem vital importância, pois equilibra o mercado de trabalho e promove a igualdade de capacidades dentro da enorme gama de possibilidades que é o setor vitivinícola. A mulher tende a promover o enoturismo de forma surpreendentemente criativa, atual e competitiva, observando nichos de mercados antes esquecidos, e hoje bem explorados, oferecendo serviços de excelência, certamente contribui para o crescimento setorial em diversos âmbitos.

Vinha Unna
É um projeto de vinhos artesanais, feitos com uvas orgânicas ou biodinâmicas, ou em processo de transição para uma viticultura mais limpa. É possível conhecer o projeto, mas é necessário agendamento prévio com no mínimo cinco dias de antecedência, pelo e mail: ninaenologa@gmail.com

 

Chapenoise Bistrô

Linha Amadeu – Pinto Bandeira (RS)

Horário de atendimento: de quinta-feira a domingo, das 11h30min às 15h. Nas sextas-feiras e nos sábados, das 16h às 19h, happy hour no deck. Reservas: (54) 8115 3900 / (54) 9660 3382 / champenoisebistro@gmail.com

 

 

Eleida Mioranza, Vinhos Monte Reale

Eleida

 

Bon Vivant: Quando iniciou seu trabalho na vinícola? E no enoturismo, especificamente?
Eleida: Comecei a trabalhar na Monte Reale em 1994. Em 1999 iniciamos uma reforma total na estrutura da vinícola, que foi concluída em 2002. Essa reestruturação foi preparada pensando especialmente no enoturismo, com espaço para degustação, varejo, restaurante e os passeios internos. A partir disso, começamos a atender ao público de visitantes todos os finais de semana e também disponibilizamos o restaurante para eventos. Em 2013, abrimos o restaurante também aos domingos, com almoços que levam a gastronomia italiana e, claro, nossos vinhos, espumantes e sucos.

BV: Qual é o trabalho que a Vinhos Monte Reale promove em torno do enoturismo?
Eleida: Temos visitações internas na vinícola, apresentando todo o processo da elaboração de vinhos, espumantes e sucos de uva. Contamos também toda a história da família e seu envolvimento com o setor vitivinícola, desde o início, lá no Norte da Itália. Após esse passeio pela vinícola, suas caves e ambientes, oferecemos degustações e a visita ao varejo. Nossos eventos e jantares temáticos promovem esses produtos derivados da uva para públicos diversos. Essas ações conquistam adeptos e apreciadores, que convidam outras pessoas a conhecerem a vinícola e assim por diante, se tornam nossos clientes.

BV: Há previsão de investimentos?
Eleida: Além da ampliação nos espaços interno e externo para atender ao público, estamos com um projeto que contempla uma microcervejaria dentro da vinícola. Esse local está sendo elaborado pensando nos diversos públicos e a fim de agregar valor ao nosso enoturismo. Será um pub, ou bar, onde serão vendidas as cervejas artesanais feitas por nós, além de alguns petiscos e pratos especiais que combinam com esse clima. Será um produto a mais da qual pensamos em um espaço bem diferenciado, mas dentro do clima e do charme de uma vinícola.

BV: Qual é a importância do trabalho da mulher no setor vitivinícola e, em especial, no enoturismo?
Eleida: Acredito que a mulher tem um olhar especial voltado ao enoturismo, aos eventos e ao relacionamento e contato com os turistas. Esta é uma área da qual gosto e me identifico bastante. Para mim, vir aos domingos para a vinícola não é um trabalho, é um prazer que, além disso, traz um retorno muito bacana para a vinícola. Estar em contato com os visitantes, contar a história da nossa família e conhecer pessoas é uma atividade que me encanta e acredito que seja assim em outras vinícolas também. É um aprendizado mútuo com os turistas.

Atrativos
A Vinhos Monte Reale oferece visitações de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 14h às 17h; aos sábados das 10h às 17h; e aos domingos com agendamento prévio.

Vinhos Monte Reale

Avenida 25 de Julho, 5005, próximo ao pórtico de acesso a Flores da Cunha (RS). Saiba mais sobre a programação de enoturismo no site www.montereale.com.br.

 

Gabriela Zenatto Jornada e  Morgana Miolo, Miolo Wine Group

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Bon Vivant: De onde surgiu a ideia do Wine Garden?
Gabriela e Morgana: A ideia do Wine Garden surgiu porque queríamos proporcionar aos visitantes da Miolo uma experiência única e marcante com nossa marca, produtos e empresa. Por isso, pensamos num wine bar a céu aberto, totalmente integrado à natureza com serviço de vinhos e comidinhas de piquenique. Um espaço kids também foi montado no jardim para que as crianças pudessem brincar de forma lúdica junto aos familiares.
A arquitetura efêmera proporciona montarmos cenários charmosos e diferentes a cada final de semana. Além disso, temos sempre em mente a inovação. Seja mudando o cardápio a cada estação ou trazendo eventos e atividades para nosso espaço. Assim, nossos clientes sempre terão uma surpresa agradável toda vez que retornarem. O nosso espaço foi pensado nos mínimos detalhes para proporcionar alegria e bem-estar às pessoas que o frequentam. Nosso slogan é “o intenso prazer de um dia”. Queremos que as pessoas que passam pelo nosso jardim, vivenciem uma experiência marcante, de felicidade e prazer.

BV: Quando iniciou seu trabalho na vinícola? E no enoturismo, especificamente?
Morgana: Trabalho na Miolo há muitos anos. Iniciei atendendo os turistas no antigo porão da casa do meu bisavô. Em 2005, migrei para o departamento de exportação e com o Wine Garden devo me dedicar com exclusividade ao projeto.
Gabriela: Estou na Miolo há cerca de 12 anos e desde o início trabalhava atendendo os turistas, conduzindo visitas e degustações. Foi quando iniciei meu curso Técnico em Enologia.

BV: Qual é o trabalho que a vinícola promove em torno do enoturismo?
Gabriela e Morgana: Hoje, nosso centro de enoturismo no Vale dos Vinhedos conta com uma estrutura completa para receber turistas de todo o mundo. A equipe é formada por enólogos ou sommeliers, os ambientes são climatizados, e o vinho pode ser apreciado vindo diretamente da nossa adega, nas caves subterrâneas da empresa. Oferecemos diversos serviços como as visitações guiadas, minicursos de degustação, curso de degustação, programações de vindima e o programa Winemaker. Nossa missão é encantar o visitante, proporcionando a ele uma experiência única, que fique para sempre guardada na memória.

BV: Há previsão de investimentos?
Gabriela e Morgana: Sim. Nós temos planos de ampliação do projeto Wine Garden, mas ainda estão sendo avaliadas as possibilidades e os serviços que ofereceremos.

BV: Qual é a importância do trabalho da mulher no setor vitivinícola e, em especial, no enoturismo?
Gabriela e Morgana: Acredito no enoturismo e no seu potencial, tanto de Marketing quanto de vendas. Homens e mulheres têm espaço nesse setor, que conta com habilidades bem específicas de ambos para o sucesso. Enólogas mulheres em geral, têm mais facilidade de comunicação com os turistas, e mais simpatia ao tratar com eles.

Atrativos da Miolo, além do Wine Garden
Curso de Degustação: o curso de degustação tem duração de um dia, e é ministrado por enólogos e sommeliers. Ao final do programa, participa de um delicioso almoço harmonizado e recebe um certificado de participação, o ‘Manual do Vinho Miolo’, com dicas sobre variedades de uvas, elaboração, serviço e harmonização.  Investimento: R$ 160 por pessoa.
Programa Winemaker: Sob a supervisão do enólogo da família, Adriano Miolo, e de toda a equipe da vinícola, o participante aprende a elaborar o seu próprio vinho. Durante os encontros, o aluno ficará hospedado no maravilhoso Hotel e Spa do Vinho Caudaliè e, ao final do programa, receberá dez caixas do seu próprio vinho, com rótulo personalizado.

Vinícola Miolo

Endereço: RS-444, Km 21 – Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves (RS)

Saiba mais sobre a programação de enoturismo no site www.miolo.com.br

 

Adriana Carvalho Rodrigues Silva, Pireneus Vinhos e Vinhedos

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Bon Vivant: Quando iniciou seu trabalho na vinícola? E no enoturismo, especificamente?
Adriana: Estou envolvida com a vinícola desde o início, na parte administrativa e nas vendas. Iniciamos o projeto enoturístico e enogastronômico em setembro de 2014, recebendo grupos de no mínimo 10 e no máximo 20 pessoas.

BV: Qual é o trabalho que a vinícola promove em torno do enoturismo?
Adriana: A primeira vinícola no Cerrado Goiano a produzir vinhos finos no Brasil por si só já é uma novidade turística. As pessoas buscam entretenimento diferente e associado aos recursos naturais. A propriedade rural onde temos quatro hectares de plantação de uvas viníferas (Syrah, Barbera e Tempranillo) é algo maravilhoso e atrai curiosos, apreciadores de boa comida e bom vinho, uma experiência inusitada.

BV: Quais são os projetos que estão em andamento na vinícola no setor do enoturismo?
Adriana: Como recebemos pequenos grupos, eles são pré-agendados para o sábado ou domingo, horário de chegada entre 11h e 11h30min.  A recepção é feita pelos proprietários. Após, acontece um bate-papo na varanda sobre nossa história e passeio nos vinhedos. Por volta das 12h30min retornamos para a varanda e iniciamos a degustação harmonizada. Entrada com espumante nacional (estamos produzindo o nosso espumante, mas ainda não ficou pronto), primeiro prato quente com vinho Bandeiras, segundo prato quente com vinho Intrépido e finalizamos com sobremesa (com toques de geleia de frutas do cerrado). Todos os pratos são elaborados por mim.

BV: Há previsão de investimentos, como construção de um restaurante, por exemplo?
Adriana: Meu sonho é ampliar minha varanda e construir a cozinha integrada para que eu prepare os pratos mais integrada aos clientes. Faço o pré-preparo dos pratos em Pirenópolis e os alimentos viajam 54 quilômetros até chegar à propriedade rural onde acontecem os eventos.

BV: Qual é a importância do trabalho da mulher no setor vitivinícola e, em especial, no enoturismo?
Adriana: A mulher é uma guerreira por participar em vários ramos de atividades e a vitivinícola é mais uma em que as mulheres se destacam pela dedicação, atenção e responsabilidade, assim como no enoturismo.

 

Pireneus Vinhos e Vinhedos

Serra dos Pireneus (GO)

https://www.facebook.com/pireneusvinhos

 

Gabriela Hermann Pötter, Guatambu

gabi

 

Bon Vivant: Quando iniciou seu trabalho na vinícola? E no enoturismo, especificamente?
Gabriela: Desde 2013, quando iniciei a implantação do vinhedo e inauguramos o complexo turístico da Vinícola Guatambu.
BV: Qual é o trabalho que a vinícola promove em torno do enoturismo?
Gabriela: O projeto do enoturismo foi concebido pensando em ser autêntico, visando passar uma experiência ao visitante de como se vive no Pampa Gaúcho, de como são as estâncias da região e seus costumes (até porque a vinícola foi construída dentro da Estância Guatambu, que trabalha há mais de 60 anos com agricultura e pecuária). Então, havia o sonho de aliar a rusticidade do campo ao conforto e tecnologia, com uma arquitetura totalmente integrada à paisagem, cultura e estilo do Pampa Gaúcho. O projeto foi assinado pelo arquiteto Celestino Rossi. Como a família proprietária sempre trabalhou com consciência em sustentabilidade ambiental, procurou-se também neste projeto adotar o maior número de práticas sustentáveis possíveis.
BV: Qual é a importância do trabalho da mulher no setor vitivinícola, em especial, no enoturismo?
Gabriela: A mulher tem a sensibilidade para identificar as necessidades dos turistas, ou seja, tem esta facilidade de saber receber bem. É detalhista e delicada.

Atrativos da Guatambu
Tour: a vinícola Guatambu oferece um tour diferenciado, com duração de uma hora e meia, que insere o visitante em todas as seções de elaboração de vinhos e, aliado a isso, permite que ele mergulhe no contexto da cultura do Pampa Gaúcho e da criação de animais da estância.
Almoço harmonizado: é oferecido uma vez ao mês, com datas pré-agendadas. Os vinhos Guatambu são harmonizados com o que a região do pampa tem de melhor em termos de culinária: parrilla de carne de cordeiro, entrecot e assado de tira, produzido pela Estância Guatambu. A harmonização é dividida em quatro etapas, com degustação de cinco rótulos, sendo cada etapa comentada pelo enólogo.
Eventos festivos e corporativos: o Salão Rastros do Pampa possui capacidade para 200 pessoas e é disponível para locação para eventos empresariais, confraternizações, aniversários e festas de casamento.

 

Guatambu Vinhos
BR-293, s/n – Zona Rural, Dom Pedrito (RS)
Saiba mais sobre a programação de enoturismo no site www.guatambuvinhos.com.br

 

 

Hortencia Ravache Brandão Ayub, Vinícola Campos de Cima

 

hjortencia

Bon Vivant: Quando iniciou seu trabalho na vinícola?
Hortencia: Iniciamos nosso projeto vitivinícola em 2002, com a implantação de 15 hectares de vinhedos em nossa propriedade rural que até aquele momento somente explorava a cultura de arroz e gado de corte. Decidimos isso por acreditar no grande potencial da nossa região, a Campanha Gaúcha, para o cultivo de uvas viníferas. Mas foi somente em 2013, com a construção de nossa vinícola, que sentimos a necessidade da implantação também de um projeto voltado para o enoturismo. Estamos localizados numa região que ainda mantém as características da cultura e tradição gaúcha e que, ligadas ao mundo do vinho, despertam demais a curiosidade e interesse das pessoas.

BV: Quais são os projetos que estão em andamento na vinícola no setor do enoturismo?
Hortencia: Hoje, atuamos na vinícola em eventos direcionados aos nossos produtos, como lançamentos de novos rótulos, festa do início de colheita, visitas ao local, com degustações dirigidas e cursos de degustação. Mas já iniciamos também com outros eventos anuais direcionados a outros setores, como jantares temáticos, leilões de artes, bike point, etc. Ainda não temos um calendário anual, mas pensamos em organizar estes eventos de maneira tal para que em cada mês do ano possamos ter alguma atividade paralela junto à vinícola.
BV: Há previsão de investimentos?
Hortencia: Hoje, possuímos uma pequena wine lodge, onde hospedamos alguns clientes, jornalistas e amigos interessados em conhecer nossa vinícola e nossos vinhos. Mas nosso próximo projeto é o da construção de uma pousada para desenvolvermos ainda mais o enoturismo.
BV: Qual é a importância do trabalho da mulher no setor vitivinícola e, em especial, no enoturismo?
Hortencia: A mulher é fundamental neste segmento. Ela tem sensibilidade, é detalhista, está preocupada com todos os pormenores. Acredito que quando você visita um lugar, quer se surpreender, não só com a qualidade do produto oferecido, mas também com a maneira como você está sendo recebido, com o entorno, o ambiente, a elegância o charme. Tudo o que envolve aquele momento.

 

Vinícola Campos de Cima

BR 472, Km 481, Trevo de Acesso a Itaqui (RS)

Saiba mais sobre a programação de enoturismo no site www.camposdecima.com.br

 

 

 

 

 

 

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